“Me adiciona no Facebook”? “Me segue no Instagram”?


30/05/2015

As redes sociais têm se tor- nado parte da vida social da maioria dos usuários de internet e são responsáveis por mais de 60% do tráfego virtual no Brasil. As redes facilitam a interação social, a formação de vínculos, troca de informações, definição de nichos de mercado, entre inúmeras outras possibilidades. A facilidade de acesso às redes sociais tem se trans- formado cada vez mais em "balcões de reclamações" dos cidadãos. Facebook é o espaço preferido para pressionar o poder público

por melhorias na cidade e exigir investimentos em educação, saúde, infraestrutura e demais serviços públicos. Um exemplo é o transporte coletivo, que tivemos diversas recla- mações através das redes sociais sobre o aumento absurdo das tarifas.

O Facebook é atemporal. Antigamente, se uma notícia fosse veiculada, por rádio ou TV, e não fosse escutada ou assistida, era difícil conseguir acesso àquela informação. Já nas redes sociais, as informa- ções ficam disponibiliza-

das por tempo indefinido e,

inclusive, podem ser contextualizadas em momentos específicos, pois elas, de maneira mais organiza- da que a internet em geral, oferece a linha do tempo no perfil de seus usuários, onde cada informação tem um momento. Um exemplo fácil de como entender a proliferação de algo através do Facebook está na chamada disseminação viral de informações, nome que vem da analogia que ele possui em relação ao contágio de vírus entre pessoas. Quando alguém

está contaminado, o mesmo transmite seu vírus às pessoas com quem teve contato, estes por sua vez transmitirão para outras e assim por diante. O mesmo acontece com a informação, que ao longo de uma única semana pode potencialmente alcançar a população de todo o Brasil.

Importante: estudos mos- tram que é mais difícil resistir à tentação de acessar sites como Facebook e Instagram do que ao álcool e ao cigarro.

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